Archive for the 'inspiração' Category

dez 21 2008

Só pensa naquilo…

Cada um vê o que quiser nesta seleção de fotos especial para quem tiver aquela cabecinha suja…

Hein? Como assim? Cabecinha suja????
Ops!

 

Pensa Naquilo Pensa Naquilo (2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pensa Naquilo (3)

 

 

Pensa Naquilo (4)

 

 

 

 

Quem quiser, pode ver mais clicando aqui.

 

 

 

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dez 09 2008

Como surgiram as logomarcas das fábricas de carro

Published by Roberto Camara under e-mail, inspiração

Desenvolver marcas e logotipos – será que isso é um pleonasmo? Me perdoem os professores de português – do nada não deve ser uma das tarefas mais fáceis do mundo. Por isso mesmo sem pestanejar tiro o chapeu para estes profissionais.

Abaixo, vejam alguns exemplos de como os designers se inspiraram para criar algumas das mais famosas marcas do mundo automotivo.

Audi - As quatro argolas unidas representam  as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1º de janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Nekarsulm, na Alemanha.


Alfa Romeo - O símbolo é composto pela bandeira com a cruz vermelha (brasão da cidade de Milão) e pela serpente devorando um homem (símbolo da família real milanesa). O nome do fabricante italiano, fundado em 1910, é a combinação da sigla A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) com o sobrenome do engenheiro Nicola Romeo, fundador da marca.


BMW - Representa uma hélice de avião, nas cores azul e preta. Foi criada depois que os irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15, de 1928. BMW é a abreviatura de ‘Fábrica de Motores da Bavária’ (Bayerische Motoren Werk).


Chevrolet - Diz a lenda que o logotipo em forma de gravata borboleta foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado, em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usá-la como símbolo da marca de automóvel que fundou em parceria com o piloto Louis Chevrolet.


Chrysler - A antiga estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos, representa a precisão da engenharia. O logo atual é um escudo com asas, que já havia sido foi adotado entre as décadas de 30 e 50.


Citroën - Os dois ‘V’ invertidos, conhecidos na França como ‘Deux Chevron’, simbolizam a engrenagem bi-helicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca francesa.


Dodge - O búfalo simboliza a cidade de Dodge, localizada no estado de Kansas (EUA), no oeste norte-americano.


Ferrari - O cavalo preto empinado sobre o fundo amarelo era usado no avião de Francesco Barraca, piloto de caça italiano morto na Primeira Guerra Mundial. A pedido da mãe de Barraca, o comendador Enzo Ferrari passou a adotar o emblema em seus carros a partir de 1923.


Fiat - A sigla em letras brancas sobre fundo azul significa Fábrica Italiana de Automóveis de Turim.  (no Brasil significa: Fui Inganado Agora é Tarde, isso em referência aos nosso piloto da Fórmula 1, marca proprietária da Ferrari)


Ford - O símbolo oval com a assinatura de Henry Ford permanece quase inalterado desde a fundação da empresa, em 1903. Hoje ele inspira o desenho das grades dos carros da marca.


Jeep - Marca norte-americana cuja origem vem da pronúncia, em inglês, da sigla G.P. (General Purpose), utilizada para identificar os modelos destinados a vários tipo de uso.


Lamborghini - O touro que aparece no símbolo dos esportivos italianos é uma homenagem do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini, às lutas de touro, pelas quais era fanático. Tanto que os carros da marca (Diablo e Murciélago) têm nomes de touros famosos.


Maserati - O logotipo da marca italiana representa o tridente de Netuno, símbolo da cidade de Bolonha. A fábrica foi fundada em 1919 pelos irmãos Carlo, Bindo, Alfieri, Ettore e Ernesto Maserati.


Mercedes-Benz - A estrela de três pontas representa a fabricação de motores para uso na terra, água e mar. Surgiu depois que Gottlieb Daimler enviou cartão postal para sua mulher, dizendo que a estrela impressa no cartão iria brilhar sobre sua obra.


Mitsubishi - Um diamante de três pontas que remete à resistência e preciosidade. O símbolo veio do nome da marca: ‘Mitsu’ significa três em japonês; ‘Bishi’, diamante.


Nissan - A moldura azul (cor do céu e do sucesso na cultura japonesa) e um círculo vermelho ao fundo (que representam a luz do sol e a sinceridade) remetem ao provérbio ’sinceridade leva ao sucesso’. Nissan significa ‘indústria japonesa’.


Peugeot - O leão estilizado, que representa a ‘qualidade superior da marca’ e homenageia a cidade de Lion (França), é usado desde 1919. Desde então, o logotipo sofreu sete modificações.


Porsche - São dois brasões sobrepostos - o da região de Baden-Württemberg e o da cidade de Stutgartt (o cavalo empinado), sede da marca alemã. A marca adotou o símbolo a partir de 1949.


Quadrifoglio - O trevo de quatro folhas dos esportivos da Alfa Romeo é o amuleto usado pelo piloto Ugo Sivocci, considerado herói da marca depois de ter morrido em um acidente, em 1923, no circuito de Monza (Itália). A partir daquele ano, todos os carros de corrida passaram a ter esse logotipo na carroceria.


Renault - O losango parecido com um diamante foi adotado em 1925, para sugerir sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois ‘R’, em homenagem aos irmãos Louis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa.


Rolls Royce - Os dois ‘R’ do logotipo eram estampados em vermelho. Com a morte de seus dois fundadores, Charles Rolls (1910) e Frederick Royce (1933), as letras passaram a ser grafadas em preto, em sinal de luto.


Saab - Uma das marcas sob controle da GM, a sueca Saab começou a fabricar aviões em 1938. O nome vem de Svenska Aeroplan Akteebolaget. A produção de automóveis começou em 1959. O logotipo circular tem um animal mitológico com cabeça de águia e garras de leão, símbolo da vigilância. O azul de fundo é a cor da marinha.


Subaru - Na língua japonesa, Subaru significa ‘plêiade’ (conjunto de estrelas). Isso explica a constelação adotada como logotipo da marca.


Volvo - O polêmico logotipo da marca sueca (que hoje é controlada pela Ford) é o símbolo da masculinidade. Por esse motivo já foi muito contestado por movimentos feministas na Europa.

Via e-mail.

Se você curtiu este post, deve gostar deste aqui também: Vai um Pajero aí?

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nov 19 2008

A vingança do Timbaleiro

Entrevista Radio Transamerica: Marla, eu, Lu Fiolha, Ildásio Filho e Michele Quem acompanha o Blog, sabe bem que ante-ontem eu tive o prazer de ser entrevistado pelo programa Conexão Transamérica da  Rádio Transamérica (doh!)ontem a noite.
Sempre tive uma enorme curiosidade de conhecer um estúdio de rádio e saber quem eram as pessoas por trás das vozes e foi realmente uma grande experiência.

As coisas são muito, mas muito dinâmicas e, se vocês pensam que o bom do rádio é o que você ouve em casa ou no carro? ESQUEÇA!
A melhor parte, sem dúvida, são os bastidores do programa.
As piadinhas, os comentários, o desespero da produção em encontrar o entrevistado que tinha se atrasado – mas chegou faltando 30 segundos para o programa começar! - as caras e bocas dos apresentadores, coisas que me deixavam em dúvida se estava em uma rádio ou algum programa de Tv, a locutora perguntando se dava tempo de fazer xixi faltando um minuto para o programa começar, os telefones dos repórteres que insistiam em cair – assim como o de quem ligava para a o programa…

Enfim, trocentas mil coisas que só quem já esteve em um estúdio de rádio pode entender.

Parabéns Ildásio, Lu, Michele e Marla e obrigado por me tratarem muitíssimo bem.

Deny da Timbalada e eu Acontece que eu não era o único entrevistado da noite. Antes de mim, faltando poucos segundos para o programa começar, Deny, vocalista da Banda Timbalada entra no estúdio. Sabe aquela cara de criança quando faz alguma coisa errada e não sabe como pedir desculpas? Pois é, foi assim que ele entrou.

Nem de longe parecia o Deny que eu via em cima do palco ou puxando a multidão para dar a volta no gueto nos ensaios da Timbalada. O cara é realmente muito gente fina, simpático e chega a ser quase tímido.

O encontro me fez lembrar de uma pequena história que aconteceu comigo lá pelos idos de 1993.

Neste ano eu estava fazendo um curso de “Educação não-formal” em Israel.

O curso tinha a duração de um ano e era dividido em 3 partes:

Na 1ª, foram 3 meses em um Kibutz – lembram das aulas de geografia? - no norte do país onde tive aulas intensivas de hebraico. Trabalhava um dia e estudava no outro. Éramos um grupo de 32 brasileiros, 9 argentinos e 2 uruguaias.

A segunda parte foram 2 meses em outro kibutz, no sul de Israel no deserto do Neguev – para onde mais tarde imigrei e passei 5 anos da minha vida (os outro anos seriam em Tel Aviv, mas isso fica para outro post). Para este Kibutz foram somente os brasileiros e aprendemos como era realmente o dia-a-dia em um local onde o socialismo realmente funcionava.

Lá, o presidente da fábrica, que pertencia ao kibutz – uma multinacional que ainda hoje é considerada a número 1 no mundo em sistemas de irrigação por gotejamento – recebia exatamente o mesmo “salário” que o carinha que trabalhava como jardineiro e também acordava as 3 horas da manhã para ordenhar as vacas em seu plantão (literalmente enfiando o pé na merda!

A 3ª parte era na cidade de Jerusalém onde parte dos brasileiros, se juntou à jovens do mundo todo para o curso que mencionei acima propriamente dito. Éramos, além dos brazuca, argentinos, uruguaios, costarriquenhos, franceses, australianos, ingleses, peruanos e uma garota chilena.

Acontece que na época, não existia ainda a axé music. Banda Beijo, Chiclete com Banana, Banda Cheiro de Amor, Olodum, Banda Reflexus, Netinho, Luiz Caldas, Daniela Mercury e etc.. faziam o que era conhecido como “musica baiana” e pronto.

Naquele tempo CD’s era coisa de milionários e nem se sonhava com MP3. Ainda andávamos para cima e para baixo com walkmans e fitas K7, que gravávamos da própria rádio, todos - sem exceção éramos piratas.

No ano anterior uma nova banda havia estourado. Vinda da favela do Candeal e comandada por um tal de Carlinhos Brown. Nascia a Timbalada.

Como era o único baiano, quando queria matar saudades de casa eu precisava ouvir minhas músicas no walkman pois o resto dos brasileiros ainda não haviam entrando na onda axé que varreria o país no final de 93.

Ou isso, ou eu aproveitava quando meus colegas de quarto – sim, eu dividia o quarto pois o curso era em uma espécie de semi-internato – que eram curitibanos, saiam para passear na cidade para colocar minhas fitas no som double-deck (o supra-sumo dos supra-sumos na época) que tínhamos comprados juntos e geralmente estava ocupado.

Entre as minhas fitas, tinha uma coletânea de músicas do carnaval daquele ano e, dentre essas, estava a primeira gravação da primeira música da Timbalada: Canto pro mar.

Resumindo: Estava eu ouvindo sozinho no maior volume possível quando a chilena que mencionei antes e, por sinal, era a garota mais linda e gostosa gente-fina de todo o grupo latino (tinha uma francesinha que era a modelo oficial da Pepsi na França, por quem este Blogueiro que vos escreve se enrabichou… YES! ou melhor: OUI!!!), passa pela porta do quarto, entra e diz: Yo conozco esta música.

Eu fiquei sem entender nada! Nenhum dos brasileiros que viajaram comigo jamais haviam ouvido falar da Timbalada. Não haviam gravado nenhum LP, Fita K7 ou Cd ainda. Como uma garota do Chile poderia conhecer?
Para provar que era verdade, ela começou a cantarolar comigo a música com um sotaquezinho de arrasar corações “Vou na Timbalada oiáááá… Canto pro mar!…”

Na hora meu coração foi à mil. Fiquei como se estivesse paralisado por alguns segundos e finalmente dei um grito e a puxei para dançar comigo.

Foram vários e vários meses sendo sacaneado por curitibanos, cariocas, recifenses, mineiros e gaúchos por causa de minha música e uma CHILENA estava cantando comigo?
Foi a glória! Lavei a alma…

Minha maior vingança é saber que hoje em dia, estas mesmas pessoas gastam fortunas para vir para Salvador, pular atrás do trio-elétrico e cantarem estas mesmas músicas que um dia sacanearam tanto…

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nov 05 2008

Inspiração

Published by Roberto Camara under inspiração

EU TENHO UM SONHO
Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)

“Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com “fundos insuficientes”.
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, “Quando vocês estarão satisfeitos?”
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississipi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississipi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
“Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!”
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
“Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal.”

Via.

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out 21 2008

Se eu fosse você

  • Duke Nuken 3DIria curtir o início do fim (SIC!) do Fim-de-semana no Ao Léo, ali na Pituba. Ótimos preços.
  • Levava a namorada para o mercado, deixar ela escolher uma pizza, prepará-la em casa (a pizza, pô!), deitar no sofá para assistir um filme e cochilar com o cafuné dela…
  • Reinstalava aquele joguinho antigo pra caramba, do tempo em que a bola era quadrada e tentava zerá-lo de novo.
  • Aumentava o som e matava saudade dos anos 80 nesta maravilhosa rádio on line. Podem clicar! Vale muito a pena!!!
  • Alugava “Spaceballs –S.O.S. Tem um louco solto no espaço” para rever.
  • Aproveitava que está na internet e se inscrevia para a palestra do Alexandre Inagaki sobre “Mídias Tradicionais e Independentes em tempos de Web 2.0”. É uma cooperação entre a Uneb e o Grupo de Blogueiros da Bahia. (Sim.. eu sei.. isso é um jabá, mas vai realmente perder?)
  • E como estamos falando de inscrições… já se inscreveu para o BlogCamp Bahia 2008? Ainda não? Esperando o que? É grátis! Não dói nem no bolso!

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jul 22 2008

IV Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual

Enquanto o mundo inteiro está louco com a chegada do novo Batman, Salvador tenta ser um peixe nadando contra a maré com um seminário onde o principal são os filmes considerados “fora do circuito”.

O melhor? É que está conseguindo!

O Seminário, que começou ontem se divide em 5 partes: Mostra de filmes, mostra de curtas, mostra retrospectiva, e o lounge multimídia.

Quem quiser, pode assistir ao vivo as mesas redondas e palesras do seminário através do canal de cinema do portal Uol, clicando aqui.

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jun 27 2008

Frase do dia

“Fui rica e fiu pobre…

Ser rica é muito melhor!”

Marilyn Monroe

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