Já tentaram imaginar como deve ser o mundo aos olhos de uma criança?
Como deve ser passear por aquele mundo de gente grande ou te ignorando ou falando contigo como se fosse se tivesse problemas mentais..
Não deve ser muito fácil.
Se bem que nós - adultos(sic) - não ajudamos muito, não é?
Bom, mês passado, no aniversário de minha prima, resolvi emprestar minha câmera ao meu querido afilhado de 3 aninhos…
O que aconteceu?
Basta dar uma olhada.
Ah! Sim…
Não é lindo como o dindo???
(¹) Trecho da música “Terra de Gigantes” do Engenheiros do Hawaii”.
Sentado em plena Copacabada numa tarde de sexta feira.² Choppinho não extamente gelado. O famoso pão de açucar de longe com seu bondinho lenvando mais e mais turistas para ver umas das mais belas vstas do mndo.
Engraçado é que este é um Rio que não me dá medo. Bem diferente daquele que o casal Bonner insiste em nos mostrar na televisão. Ando tranquilo de ônibus e de metrô. Meio-que-totalmente perdido pois a ordem dos bairros - Flamengo, Botafogo… o que vem depois? Copacabana? Leme? Tijuca? Arpoador? Devia ter comprado um mapa! - depois de 13 anos sem por os pés em terras cariocas.
No quiosque a beira da praia, vazia para um dia de sol, as notas de uma bossa-nova me faz sentir algo que poderia descrever como um frio na barriga. Embora não haja frio nenhum na história. Ao contrário; apesar de todos os avisos dos sites de metereologia ( o que me fez deixar a sunga e o short em casa), faz calor no Rio. O sol está brilhando acima da névoa branca que polui a cidade.
Já estava na hora de voltar. Curtir o Rio sem pressa. Sem tempo. De preferência com uma boa companhia da próxima vez. Aproveitar a Lapa, visitar o corcovado, se transformar em mais um dos turistas do Pão-de-Açucar, passear no Arpoador..
Não esperarei outra década para visitar a cidade que é a porta de entrada para o Brasil.
Valeu Rio.
Valeu Copa.
Até a próxima…
¹: De uma música que me acompanhou em pensamento por toda minha viagem:
²: Só hoje publico este post pois fiquei sem conexão por uns dias. Além disso, o escrevi em “old-fashioned-way” usando caneta e papel (ou vocês acham que eu iria me arriscar e levar o note-book para a praia no RIo?).
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