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jan 09 2008

Lei orgânica

Muito bem, faz parte da natureza humana, é indispensável para a perpetuação da espécie, para a evolução da raça humana e por aí vai…
mas para tudo tem um limite, não é!?
É como aquela velha piada que diz que ELE errou na engenharia feminina ao pôr a área de lazer perto do sistema de esgoto….

Por mais que nós possuidores do gene Y (leia-se, seres humanos do sexo masculino) tentemos ser pacientes e evitar maiores conflitos com nossas amigas, namoradas, esposas, ficantes, rolos, casos, pretendentes - e por aí vai - durante este período, nem sempre conseguimos.
E não venham me dizer que é por incompetência nossa!
Afinal, se concordamos em tudo com o que elas dizem, somos seres sem opinião e apáticos, se discordamos…

…bem, se discordamos só podemos rezar para que não nos transformem no próximo John Bobbit.
Hoje em dia tenho certeza de que perdi a chance de ter, não somente uma, mas várias histórias de amor, devido a este pequeno “erro de engenharia”…
O engraçado é que, por mais carimbado que possamos ser, sempre caímos na mesma armadilha:

De repente, do nada, ela fica meiga, carinhosa, cheia de amor para dar - LITERALMENTE!! E você, pobre marciano, crente que tudo isso é fruto do árduo trabalho que teve em lembrar datas, dar presentes sem motivo - acreditem, elas adoram isso! - elogia-la, mandar mensagens, cartas, flores, etc.
Ledo engano…
No dia seguinte vem a bomba!
E que bomba!

Eu tento adotar uma tática um-tanto-quanto-radical!
Simplesmente, quando a relação - no caso de namoradas, rolos, casos, ficantes e (se eu fosse casado) esposas - tenho anotado na MINHA AGENDA um lembrete de que ela poderá estar “naquela época do mês” - tem termo pior do que este!?
E não é só para me prevenir contra a “famigerada”…
Vai que resolvo nos dar de presente, um fim-de-semana inesquecível em um lugar paradisiacamente romântico, longe de tudo e de todos, gastando aquela grana que com certeza me fará falta uma semana depois. Combino tudo diretinho, peço licença do trabalho, combino em segredo com o chefe, a cunhada - minha, não dela - a sogrinha tão querida (ahn!?), o sogrão gente-fina, e a garota está “com o sinal vermelho”!?!?
Não que eu tenha algum tipo de preconceito (até já “ensinei” uma ex - que nunca tinha feito - a colocar um absorvente íntimo! Digam logo: isso é que é saber tratar uma mulher) na hora do vai-e-vem em relação a isso. Nada que uma toalha não possa resolver…. mas, venhamos e convenhamos, perde um pouco da “espontaneidade”, não é?
Ter que parar tudo, procurando onde foi que colocamos aquela bendita toalha… além de que, usar a banheira, nem pensar!!!

Na minha humilde opinião, deveria existir uma lei - ou ao menos uma norma - em que toda mulher também tivesse anotado na agenda - caso tivesse um ciclo regular - “Cuidado, estamos chegando perto da famigerada… seus nervos estão a flor da pele… pense bem antes de gritar com meio mundo de gente sem motivo…”

Algo me diz, que resolveria boa parte dos problemas do mundo….
Quem sabe até, o conflito no oriente médio?…

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